Coisas e anjos de rilke

Autor: Rainer Maria Rilke
Editora: Perspectiva

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Sinopse

Nesta nova edição, Augusto de Campos ampliou para 130 os poemas traduzidos, tendo acrescentado setenta textos aos anteriores, sempre com ênfase nos Novos Poemas (1907-1908), a obra menos conhecida de Rainer Maria Rilke. Incluiu mais alguns poemas do Livro de Imagens, e ainda outros, dos Sonetos a Orfeu, que têm a ver com a dicção poética daquelas coleções. Aditou-lhes, por fim, outros poemas esparsos pouco divulgados. Este volume vem aprofundar uma nova abordagem da obra de Rilke, a partir da fase marcada pela influência de Cézanne e Rodin. Nas notáveis transposições do mestre-tradutor, os "poemas-coisa" rilkeanos nos revelam uma "poesia de pedra e alma onde até os anjos se concretiza. Textos que nos maravilham e nos surpreendem na solidez coiseante das imagens em que compactam a fluidez das angústias e incertezas humana. Amálgama de coisas e anjos".

Dados

Título: Coisas E Anjos De Rilke

ISBN: 9788527302555

Idioma: Português, Alemão

Encadernação: Brochura

Formato: 15 x 20,5 x 2

Páginas: 368

Coleção: Signos - Vol. 30

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Autor: Rainer Maria Rilke

Tradutor: Augusto de Campos

Autor

AUGUSTO DE CAMPOS

Augusto de Campos nasceu em 1931 em São Paulo. Poeta, ensaísta e tradutor, foi um dos criadores da poesia concreta. Sua obra poética, iniciada com O Rei Menos o Reino (1951), está parcialmente coligida nos livros Viva Vaia (1979) e Despoesia (1994). Traduziu poetas modernos, como Mallarmé, Pound, Joyce, Cummings, Maiakóvski, e antigos, dos trovadores provençais aos simbolistas franceses. Crítico de poesia (Re-Visão de Sousândrade, com Haroldo de Campos, e Kilkerry, Pagu: Vida-Obra, entre outros) e de música (Balanço da Bossa, Música de Invenção). Tem tido acentuada participação em atividades relacionadas com as novas “mídias”, apresentando seus poemas em painéis eletrônicos, holografias, projeções em laser, animações computadorizadas e eventos multidisciplinares. Da parceria com o músico Cid Campos, surgiu o CD e o espetáculo Poesia é Risco (1995), performance “verbovocovisual” de poesia/música/imagem. As animações poéticas digitais – os Clip-Poemas – fizeram parte da exposição Arte/Suporte/Computador, na Casa das Rosas, em São Paulo.