Iracema

Autor: Jose de Alencar
Editora: L&PM Pocket

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Sinopse

Publicado em 1865, Iracema faz parte de um capítulo fundamental da nossa literatura e da nossa cultura. A história da "virgem dos lábios de mel", do "cabelo mais negro que a asa da graúna" abriu caminho na vida literária do Brasil de meados do século XIX e garantiu seu lugar na posteridade ao propor uma prosa com cor e assuntos locais, na qual o índio é, a um só tempo, o herói romântico e a mais alta expressão da pureza nacional. Iracema é uma virgem tabajara – tribo que, durante a colonização, luta contra os portugueses a favor dos franceses – e se apaixona por Martim, um conquistador luso, numa história de amor que sintetiza muito das contradições do então nascente povo do Brasil. Sobre esta obra-prima, o grande Machado de Assis previu: "Há de viver este livro, tem em si as forças que resistem ao tempo e dão plena fiança do futuro. (...) o futuro chamar-lhe-á obra-prima".

Dados

Título: Iracema

ISBN: 9788525406835

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 10,7 x 17,7

Páginas: 126

Ano copyright: 1997

Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 74

Ano de edição: 2016

Edição:

Participantes

Autor: Jose de Alencar

Autor

JOSE DE ALENCAR

José Martiniano de Alencar nasceu em 1829, em Messejana, Ceará. Cursou Direito na Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, com passagens pela Faculdade de Olinda, Pernambuco. Participou ativamente da vida política nacional e, paralelamente, dedicou-se com entusiasmo à literatura e ao jornalismo. Começou no jornalismo em 1854 e, dois anos depois, estreava na ficção com o romance Cinco minutos. Em 1857 lança em livro sua obra mais importante, O guarani, anteriormente publicado em folhetim. Iracema, um clássico da prosa indianista, foi publicado em 1865, e seus últimos romances, Senhora e O sertanejo, dez anos depois. Escreveu crônicas, crítica literária, peças de teatro, mas destacou-se, mesmo, como o autor mais importante do nosso Romantismo. José de Alencar foi chamado de “o patriarca da literatura brasileira” por ter sido o verdadeiro criador do romance brasileiro. Já considerado um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos, morreu no Rio de Janeiro, em 1877, vitimado pela tuberculose aos 48 anos.