Memorial de aires

Autor: Machado de Assis
Editora: Artes e Ofícios

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.

De: R$ 56,00

Por: R$ 49,84

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Memorial de Aires ocupa um lugar especial na obra de Machado de Assis. Último romance, escrito já no fim da vida, reflete uma visão mais calma e contemplativa do mundo. O conselheiro Aires, narrador discreto e observador, oferece uma perspectiva marcada pela experiência e pela resignação diante da passagem do tempo. A obra dialoga com temas universais -memórias, envelhecimento, finitude- e mostra um Machado diferente, mas ainda genial. Serenidade e reflexão tornam este livro um final digno da carreira do maior escritor brasileiro.

Dados

Título: Memorial De Aires

ISBN: 9788574213163

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 0,9

Páginas: 180

Coleção: Machado Pop

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.