O banqueiro anarquista e outros contos escolhidos

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Nova Fronteira

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Sinopse

Este livro reúne 24 textos em prosa: 21 da autoria de Fernan­do Pessoa, o primeiro d­e­­les escrito originalmente em in­glês, e três traduções que realizou do contista estadunidense O. Henry. Dispostos em ordem crono­lógica, são textos produzidos entre 1907 e 1935, ou seja, da adolescência do autor até o ano de sua morte. Há, na maioria, uma data em alguns casos aproximada, e cinco deles têm data ignorada: “A perversão do Longe”, “O mendigo”, “Memórias de um ladrão”, “Manuel Fontoura” e “O Soares e o Pereira”. Os contos de O. Henry em lín­gua portuguesa completam o vo­lu­me e foram publicados entre 1924 e 1925. São traduções realizadas com mestria, uma vez que o poeta era fluente também em inglês. Co­mo afir­ma Alexei Bueno no prefácio, “não sendo obras originais de Pessoa, a qualidade dos relatos e a tradição pra­ticamente firmada de incluí-los en­tre as narrativas dele próprio justificam perfeitamente a sua presença neste livro”. E, acima de tudo, o que este li­vro evidencia é que o grande poeta dos heterônimos é igualmente um esplêndido prosador.

Dados

Título: O Banqueiro Anarquista E Outros Contos Escolhidos

ISBN: 9786556404028

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Brochura

Formato: 15,5 x 23 x 1,3

Páginas: 272

Ano copyright: 2018

Coleção: Classicos De Ouro

Ano de edição: 2022

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.