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Autor: Cecilia Meireles
Editora: Global
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Viajando pelo mundo do imaginário, este livro conta a história de um menino que está à procura de um burrinho para ser seu amigo em todas as horas. O menino imagina e descreve esse companheiro de aventuras com muitas características. Depois, como que num anúncio, é dito ao leitor que quem souber de um burrinho assim pode escrever ao Menino Azul.Com sua poesia leve e sensível, Cecília Meireles descreve os anseios da criança em conhecer tudo aquilo que é novo. O menino quer mais do que apenas um animal de estimação. Ele quer um amigo para que conversem, aprendam o nome das coisas, inventem histórias e descubram juntos o imenso jardim que é o mundo.As ilustrações de Camila Carrossine nessa nova edição caracterizam bem o mundo da imaginação pelo qual o menino passeia, mantendo a suavidade que interage muito bem com os versos do poema.
Título: O Menino Azul
ISBN: 9786556122953
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20,5 x 27,7 x 0,2
Páginas: 24
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 4ª
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Cecília Meireles, batizada Cecília Benevides de Carvalho Meireles, (Rio de Janeiro, 1901-1964) foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora, educadora e pintora e é considerada uma das vozes mais importantes das literaturas de língua portuguesa. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Casou-se em 1922 com Fernando Correia Dias, um artista plástico com quem teve três filhas. O marido cometeu suicídio em 1935 em razão da depressão. Viúva, casou-se novamente em 1940 com Heitor Vinícius da Silveira Grilo, professor e engenheiro agrônomo. Em 1919, publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, a autora é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem. Entre os prêmios que recebeu, estão ainda: Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962; e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro Poemas de Israel, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; no ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro Solombra; e em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Sua poesia foi traduzida para 8 idiomas, e musicada por nomes como Francisco Mingnone, Lamartine Babo e Fagner. Canção da Tarde no Campo, Ou Isto ou Aquilo, Viagem, Criança, meu Amor, Poema dos Poemas e Nunca mais são alguns de seus livros.