Cronicas escolhidas

Autor: Machado de Assis
Editora: Penguin - Companhia

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Sinopse

Clássico fundamental da literatura brasileira, Machado de Assis possui uma faceta que continua pouco explorada por leitores e críticos: a de prolífico cronista de jornais e revistas. Quase sempre sob pseudônimo, como era costume na época, o autor de Memórias póstumas de Brás Cubas escreveu centenas de crônicas para diversos veículos da imprensa do Rio de Janeiro entre 1859 e 1900, e dessa atividade obteve parcela importante de sua renda, mesmo após se tornar um escritor consagrado. Por meio da leitura da vida cotidiana na antiga capital do país, além das notícias da política nacional e internacional — inclusive a Abolição, a Proclamação da República e a Guerra de Canudos —, o escritor também exercitava a prosa genial com que compôs seus textos ficcionais.Para este livro, o crítico e professor de literatura John Gledson consultou os arquivos da imprensa carioca no século xix para selecionar cinquenta textos com o melhor da produção jornalística de Machado.

Dados

Título: Cronicas Escolhidas

ISBN: 9788563560667

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20

Páginas: 336

Ano copyright: 2012

Ano de edição: 2013

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Machado de Assis

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.