The book of imaginary beings

Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Vintage

PRÉ VENDA :
PRODUTO DISPONÍVEL04/07/2026
Caso a editora altere a data de publicação prevista para o dia 02/07/2026 , a entrega do produto será automaticamente adiada.

R$ 92,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

A dazzling catalogue of be creatures drawn from the dreamworlds of myth, folklore, and imaginationFrom ancient myths to obscure legends, a strange menagerie takes shape: creatures part real, part invented, drawn from cultures across the world. Each is described with care, as if it might exist just beyond the edge of belief. The Book of Imaginary Beings is Jorge Luis Borges’s playful, erudite bestiary of the fantastic. Curious and endlessly inventive, it explores the power of imagination to create entire worlds.BRIEF ENCOUNTERS: classic novellas and captivating stories, to be read in a single sitting or savoured over days

Dados

Título: The Book Of Imaginary Beings

ISBN: 9781529986372

Idioma: Inglês

Encadernação: Brochura

Formato: 19,8 x 12,9

Páginas: 192

Coleção: Brief Encounters

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Jorge Luis Borges

Tradutor: Andrew Hurley

Autor

JORGE LUIS BORGES

Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.