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Autor: Oswald de Andrade
Editora: Editions de La Différence
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Au cœur du modernisme des années 20, la poésie de Pau Brasil (le bois brésil, cet arbre dont l’écorce contient un colorant rouge-orange très prisé par les Portugais, fut au XVIe siècle, le seul produit d’exportation de la colonie, jusqu’à lui donner son nom) est née à Paris. Introduit dans l’avant-garde littéraire et artistique parisienne par Blaise Cendrars, Oswald de Andrade rencontre à la librairie d’Adrienne Monnier, Valery Larbaud, Jean Cocteau, Paul Morand, Picasso… avant de rejoindre le Brésil, où il publiera en 1924, à son retour d’Europe, le Manifeste de poésie Bois Brésil ainsi que plusieurs poèmes du présent recueil qui deviendront l’emblème même de l’indépendance esthétique du pays après un siècle d’indépendance politique. Biographie de l'auteurPoète, essayiste et dramaturge brésilien, José Oswald de Andrade Souza est né en 1890 à São Paulo et mort dans la même ville en 1954. Il est l’un des fondateurs du modernisme brésilien et l’un des membres du Groupe des Cinq, avant-garde où figurent l’écrivain, poète et critique Mário de Andrade, les peintres Anita Malfatti et Tarsila do Amaral et le poète et peintre Menotti del Picchia. Antoine Chareyre est professeur agrégé de lettres modernes. Il s’intéresse à la théorie et à la critique de la modernité littéraire, musicale et artistique de la première moitié du XXe siècle, en particulier aux poésies d’avant-garde des années 1910 et 1920, en France, en Europe… Rentré d’un voyage au Brésil en 2007, il a formé peu à peu le projet d’œuvrer à une meilleure connaissance et considération du modernisme brésilien en France au moyen d’un travail de traduction et d’édition critique d’œuvres poétiques représentatives. L’édition de Bois Brésil d’Oswald de Andrade se veut ainsi le premier titre, symboliquement et selon un plan plus ou moins raisonné, d’une série de volumes à paraître prochainement chez divers éditeurs.
Título: Bois Bresil: Poesie Et Manifeste
ISBN: 9782729118983
Idioma: Português, Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 17 x 17
Páginas: 398
Ano copyright: 2010
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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José Oswald de Souza Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo, em 1890. Jornalista e advogado, fundou a revista O Pirralho, em 1911, bacharelando-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1919. Trabalhou, entre outros, para o Diário Popular, e O Estado de São Paulo. Participou ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual foi um dos organizadores. Amigo de Mário de Andrade, formou com ele a dupla de maior expressão do movimento modernista. Posteriormente a 1922, desencadeou dois movimentos, o Pau-Brasil (1924/25) e o da Antropofagia (1928). O primeiro, utilizando elementos da vanguarda francesa, pregava a criação de uma poesia primitiva e nacionalista, fruto da união de uma cultura nativa com uma cultura intelectualizada. O segundo movimento questionava a estrutura política, econômica e cultural do país, entendida como uma herança deixada pelo colonizador. Entre 1922 e 1934, publicou a Trilogia do exílio formada pelos romances Os condenados (1922), Estrela de absinto (1927) e A escada vermelha (1934). Paralelamente à sua atividade literária, envolveu-se com o clima de radicalização política dominante no país após a Revolução de 1930, tendo ingressado no então Partido Comunista do Brasil (PCB). Nesse período, escreveu três peças de teatro: O homem e o cavalo (1934), A morta e O rei da vela (1937). Escreveu também Pau-Brasil (1925), Memórias sentimentais de João Miramar (1927) e Manifesto Antropofágico (1928). Faleceu em São Paulo em 1954.