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Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: Lafonte
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Ateu convicto, Nietzsche destila todo o seu veneno contra a religião em O Anticristo. Quem destruiu o império romano? O cristianismo. Quem colocou no ostracismo todas as conquistas culturais e científicas dos gregos e dos romanos? O cristianismo. Quem é o responsável pela decadência do mundo? O cristianismo. E assim por diante. O filósofo acusa a religião por pregar a miséria, a condenação do prazer e a negação da vida em prol de uma redenção do pecado. Para Nietzsche, o cristianismo é a maior corrupção moral, filosófica e política de que se tem noticia.
Título: O Anticristo
ISBN: 9788581862514
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15,7 x 23
Páginas: 136
Ano copyright:
Coleção: Grandes Obras Do Pensamento Universal
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
Região:
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Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.