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Autor: Zygmunt Bauman | Riccardo Mazzeo
Editora: Zahar
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Neste livro, Zygmunt Bauman e o editor e ensaísta italiano Riccardo Mazzeo conversam sobre a relação entre a literatura (e as artes em geral) e a sociologia. Embora muitos estudiosos as vejam como vocações radicalmente diferentes, Bauman e Mazzeo argumentam que elas são ligadas por um objetivo comum: investigar e revelar a verdade da condição humana.Sem a pretensão de reconstruir, as concepções acadêmicas acerca dessa relação, os doze diálogos aqui presentes buscam analisar e documentar os anseios compartilhados, as inspirações mútuas e o intercâmbio entre os dois tipos de investigação. Para tanto, abarcam em suas reflexões uma série de obras de escritores e pensadores consagrados em suas áreas – como Kafka, José Saramago, Elias Cannetti, Italo Calvino, Jonathan Franzen, na literatura; Descartes, Kant, Lévi-Strauss, Adorno, nas ciências sociais e humanas.Numa época caracterizada pela busca permanente de sensações novas e pelo fetichismo do consumo, a literatura e a sociologia — quando caminham juntas, atentas às descobertas uma da outra, engajadas em diálogo contínuo — restituem questões existenciais fundamentais, recolocandoas na agenda pública. Originárias de mesma curiosidade e com propósitos cognitivos semelhantes, ambas exploram o mesmo solo: a tarefa desafiadora de compreender o enredamento complexo entre indivíduo e sociedade.
Título: O elogio da literatura
ISBN: 9788537818626
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1
Páginas: 154
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman morreu em 9 de janeiro de 2017, em Leeds, na Inglaterra, aos 91 anos.