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Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: Hedra
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Sobre verdade e mentira (1896) é um opúsculo que investiga o alcance efetivo da linguagem, sobre a qual se assenta todo o conhecimento da civilização ocidental. Para Nietzsche, a confiança do homem moderno no poder das palavras se funda no esquecimento de que algo que era evidente quando as criou: elas são apenas uma metáfora para as coisas e jamais poderiam encarnar o seu significado. Constata-se, portanto, um desacerto entre o conhecimento intuitivo e as abstrações conceituais. A obra foi ditada pelo autor a um amigo no verão de 1873, mas saiu a lume apenas após a sua morte. A presente edição contém ainda uma seleta oportuna de “Fragmentos póstumos”.
Título: Sobre Verdade E Mentira
ISBN: 9788577157952
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,3 x 21 x 1
Páginas: 80
Ano copyright: 2025
Coleção: Hedra Edicoes
Ano de edição: 2025
Edição: 2ª
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Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.