A democracia e o direito depois da pandemia

Autor: Jose Eduardo Faria | Persio Arida
Editora: Perspectiva

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Sinopse

O livro aborda os desafios que a democracia e o direito em geral passaram a enfrentar durante e após a pandemia de Covid-19, levando em conta aspectos políticos, econômicos e sociológicos, como os limites da ciência e do Estado, o extremismo do “mercado” e o distanciamento entre a lei e a realidade social.ADemocracia e do Direito Depois da Pandemia é ao mesmo tempo um relato do impacto da pandemia no direito e na democracia brasileiros e uma reflexão sobre a democracia fundada no Estado-nação em um mundo cada vez mais globalizado, interligado e descentralizado. Além de abordar as questões jurídicas decorrentes do enfrentamento da pandemia, principalmente o debate entre direitos individuais e coletivos, o livro trata também das consequências atuais, uma vez que apesar de oficialmente encerrada, a pandemia de coronavírus deixou sequelas não apenas na saúde dos indivíduos, como também na saúde institucional das sociedades, ao suscitar questões que colocam em xeque o ordenamento político-jurídico vigente e conceitos e premissas que de há muito se julgava consagrados no Ocidente. José Eduardo Faria, professor de Direito da USP, de forma a mais ampla possível o que está em jogo nessa luta contra a normatividade excessiva e autoritária e a ausência irresponsável e gananciosa de normas.

Dados

Título: A Democracia E O Direito Depois Da Pandemia

ISBN: 9786555052428

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 11,5 x 20,5 x 1,4

Páginas: 272

Ano copyright: 2025

Coleção: Debates

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Jose Eduardo Faria | Persio Arida

Autor

PERSIO ARIDA

A marca da tortura está nos textos memorialísticos, ainda inéditos em livro, de Persio Arida (São Paulo, 1952), cuja publicação parcial na revista Piauí revelou um talento literário. Militante da ala juvenil da VAR-Palmares, formada por estudantes secundaristas, Arida foi preso em 1970, aos dezoito anos. Sua relevante trajetória como economista inclui a idealização do Plano Real e a presidência do BNDES (1993-95) e do Banco Central (1995), nos governos Itamar e FHC.