Prosa: antologia minima

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Tinta da China Ediçoes

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 9 dias úteis.

R$ 157,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

A MAIS SINTÉTICA ANTOLOGIA DO MAIS VASTO DOS AUTORESO essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro.Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: «A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’», diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a «escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos». Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos – aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… –, mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a «Crónica Decorativa». Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de «desaprender Pessoa», citando o mestre Alberto Caeiro, e lê‑lo como se o descobríssemos pela primeira vez.

Dados

Título: Prosa: Antologia Minima

ISBN: 9789896715441

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Capa dura

Formato: 18,5 x 13

Páginas: 328

Ano copyright: 2020

Ano de edição: 2020

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.