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Autor: Eduardo Viveiros de Castro
Editora: Ubu
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Com uma escrita erudita, poética e ao mesmo tempo militante, inventiva e mordaz, Eduardo Viveiros de Castro define este Metafísicas canibais como a resenha de um livro imaginário que jamais será capaz de terminar: O Anti-Narciso. O objetivo dessa obra inexistente seria ilustrar a tese de que antropologia é uma versão das práticas de conhecimento indígenas que lhe serviram de estudo. O perspectivismo ameríndio é exemplo de como o estilo de pensamento nativo afeta a imaginação antropológica. Duas obras fundamentais, da filosofia e da antropologia, são os pilares de sua reflexão: O Anti-Édipo, de Deleuze e Guattari e as Mitológicas de Claude Lévi-Strauss. O livro reúne parte significativa da produção do autor desde a publicação de A inconstância da alma selvagem, e apresenta uma formulação atual de sua teoria sobre o perspectivismo, que o consagrou no Brasil e fora dele. Nas palavras de Patrice Maniglier, "Metafísicas canibais é um dos livros de antropologia mais importantes para o pensamento em geral desde O pensamento selvagem. Um livro nascido clássico".
Título: Metafisicas Canibais: Elementos Para Uma Antropologia Pos-Estrutural
ISBN: 9788592886066
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20
Páginas: 288
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2018
Edição: 1ª
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Eduardo Viveiros de Castro (Rio, 1951) é autor da coletânea de ensaios A inconstância da alma selvagem (2002), um marco da antropologia brasileira, que delineia as bases do perspectivismo ameríndio. A teoria, apresentada em artigo de sua autoria em 1996, teve grande repercussão não apenas nas ciências sociais, mas nas humanidades de modo geral e também na literatura. Entre 1975 e 1988, realizou pesquisas de campo entre os Yawalapíti do Parque do Xingu (MT) e os Araweté do igarapé Ipixuna, no Médio Xingu (PA). Professor no Museu Nacional da UFRJ, mantém vínculos acadêmicos na França (CNRS) e no Reino Unido (King’sCollege e Universidade de Cambridge).É um críticocombativo, em entrevistas e nas redes sociais, do modelo de desenvolvimento econômico implantado no Brasil, sobretudo na Amazônia.