Diadorim

Autor: Joao Guimaraes Rosa
Editora: Albin Michel

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Sinopse

" En Amérique du Sud, João Guimarães Rosa (1908-1967) est, avec Jorge Luis Borges, le géant continental du siècle. Comparé à la fois à La Chanson de Roland, à l'Énéide et au Docteur Faustus de Thomas Mann, Diadorim est un roman d'amour et d'aventures, tout ensemble mythique, réaliste et romantique, classique et novateur. Si ce livre est le roman de la littérature brésilienne, il est aussi, en raison d'un travail unique sur la langue, une des grandes œuvres de la littérature universelle. " Libération.

Dados

Título: Diadorim

ISBN: 9782264041791

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 628

Ano copyright: 1965

Coleção: Domaine Etranger - Vol. 2609

Ano de edição: 2005

Autor

JOAO GUIMARAES ROSA

João Guimarães Rosa, um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos, nasceu em Cordisburgo, MG, em 1908. Aos 10 anos mudou-se para Belo Horizonte e com apenas 16 anos entrou para a Faculdade de Medicina. Em 1930 casou-se pela primeira vez mas o casamento não durou muito. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara (MG). Sua estreia literária foi em 1929, com a publicação do conto “O mistério de Highmore Hall" na revista O Cruzeiro. Em 1936, a coletânea de versos Magma, recebeu o Prêmio Academia Brasileira de Letras. Aprovado em concurso para o Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina, quando conheceu sua segunda esposa, Aracy Moebius de Carvalho. O livro de contos Sagarana, publicado em 1946, garantiu-lhe um lugar de destaque no panorama da literatura brasileira, pela linguagem inovadora e a riqueza de simbologia dos seus contos. Em 1952, Guimarães Rosa fez uma longa excursão a Mato Grosso e escreveu o conto "Com o vaqueiro Mariano", que integra o livro póstumo Estas estórias (1969). A importância dessa excursão foi colocar o autor em contato com os cenários, os personagens e as histórias que ele iria recriar em Grande sertão: Veredas (1956), único romance escrito por ele e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Seus textos ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro, e sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Em 1963 foi eleito por unanimidade para a Academia Brasileira de Letras mas, temendo ser tomado por uma forte emoção, adiou a cerimônia de posse por quatro anos. Faleceu três dias depois, em 19 de novembro de 1967.