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Autor: Susan Sontag
Editora: Companhia de Bolso
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Diagnosticada nos anos 70 como portadora de câncer, Susan Sontag, uma das intelectuais mais influentes e polêmicas de nossa época, mergulhou no estudo da doença para compreender suas metáforas em nossa cultura. O resultado dessa reflexão é o ensaio 'Doença como metáfora', de 1978. Uma década depois, quando o mundo assistia perplexo e desorientado ao crescimento de uma doença fatal ainda pouco compreendida - a AIDS -, as metáforas associadas à síndrome levaram Sontag a atualizar e aprofundar sua reflexão sobre o imaginário em torno das doenças. Assim nasceu, em 1988, o igualmente clássico ensaio 'AIDS e suas metáforas'. Nos dois textos, que podem ser vistos como um único estudo dividido em duas partes, o objetivo é dissipar a névoa de irracionalismo pré-científico que cerca a compreensão dessas doenças e libertar suas vítimas do peso de uma injustificável culpa.
Título: Doença como metafora / aids e suas metaforas (ed. de bolso)
ISBN: 9788535909982
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12,5 x 18
Páginas: 168
Ano copyright: 1977
Coleção:
Ano de edição: 2007
Edição: 1ª
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Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro em 1951. É tradutor literário e professor de tradução, literatura e criação literária da PUC-Rio. Publicou os livros de poesia Tarde (2007) e Paraísos artificiais (2004), e traduziu O som e a fúria de William Faulkner (2004).