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G. H. Hardy foi um dos mais refinados pensadores desse século, renomado entre seus contemporâneos como “um verdadeiro matemático... o mais puro dos puros”. Foi também, como afirma em seu prefácio C. P. Snow, “heterodoxo, excêntrico, radical, pronto para falar sobre qualquer coisa”.Em um aspecto ele era claramente superior a Einstein, Rutherford ou qualquer outro grande gênio: transformava qualquer obra do intelecto, maior, menor ou mesmo uma mera brincadeira, numa obra de arte. Acho que foi esse dom, mais do que tudo, que o fez, quase que sem perceber, proporcionar tanto deleite intelectual. Quando Em defesa de um Matemático foi publicado pela primeira vez, Graham Greene escreveu numa resenha que se tratava da melhor descrição de o que era ser um artista criativo.Se for lido com a atenção textual que merece, Em defesa de um Matemático é um livro de uma tristeza enorme. É verdade que se encontram nele o espírito e a mordacidade do bom-humor intelectual; a clareza cristalina e a franqueza ainda estão lá; o livro é, de fato, testamento de um artista criativo. Mas também é, de um modo estoico e discreto, um lamento apaixonado por um poder criativo que existira mas nunca voltaria a existir.
Título: Em Defesa De Um Matematico
ISBN: 9788533613140
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12,5 x 18,5 x 2
Páginas: 152
Ano copyright:
Coleção: Topicos
Ano de edição: 2000
Edição: 1ª
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Autor: G.H. Hardy