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Autor: Machado de Assis
Editora: Panda Books
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Publicado em folhetim entre 1885 e 1886, este clássico da literatura brasileira transita entre o romantismo e o realismo. Se você não cismar de sofrer com a língua, que é diferente do português que a gente usa hoje em dia, vai devorar os relatos de um cônego sobre as intrigas da família que vive na Casa Velha e vai descobrir que os dramas humanos, como os do amor, da ascensão social e da influência da religião, são questões atemporais.Nesta edição especial você tem o texto integral acompanhado de explicações e links bem espertos que o ajudarão a compreender melhor a trama, diferentes estilos de ilustrações e um informativo com o mapa dos personagens para você lembrar quem é quem no romance de Machado de Assis.
Título: Casa Velha
ISBN: 9786556973623
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 0,6
Páginas: 96
Ano copyright: 2025
Coleção: Classicos.Com
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.