O rio

Autor: Bartolomeu Campos de Queiros
Editora: Global

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Sinopse

"Todo rio sonha em ser mar, ter o perfume das maresias, salgar-se e nada mais."Delicado e sensível, O rio nos encanta, envolve e convida à fantasia e à imaginação, como é característico na prosa poética de Bartolomeu Campos de Queirós. O autor sinaliza o sentido da vida por meio de metáforas que, neste livro, seguem o curso do rio. O texto desta obra é, a um só tempo, prosa e poesia de imagens. O leitor, ao se descobrir navegando nas águas de um rio que carrega cantigas açucaradas, onde a lua e as estrelas boiam à noite, vai se encantando com a conjunção das linguagens verbal e não verbal, redescobrindo o prazer estético das palavras."À noite, lua e estrelas boiam em suas águas sem se molhar. E as nuvens passageiras viram almofadas de algodão sobre a cama de vidro - travesseiro mentiroso -, onde os peixes podem dormir e sonhar".Nesta edição, com ilustrações de Camila Carrossine, a experiência da leitura se amplia; e a obra ganha nova dimensão.

Dados

Título: O Rio

ISBN: 9788526024762

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 20,5 x 27,5 x 0,4

Páginas: 40

Ano copyright: 2016

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Bartolomeu Campos de Queiros

Ilustrador: Camila Carrossine

Autor

BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIROS

Bartolomeu Campos de Queirós nasceu em 1941, no interior de Minas Gerais. Na década de 1960, mudou-se para Belo Horizonte. Com formação nas áreas de educação e arte, seguiu para a França, com uma bolsa da ONU, para estudar filosofia no Instituto Pedagógico de Paris. Foi na capital francesa que começou a escrever. No início dos anos 1970, estreou na literatura com O peixe e o pássaro, o primeiro livro de uma extensa obra que o firmou entre um dos principais autores de ficção infantil e juvenil brasileira. Foi idealizador do Movimento por um Brasil Literário, do qual participava ativamente. Recebeu condecorações importantes, como Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres (França), Medalha Rosa Branca (Cuba), Grande Medalha da Inconfidência Mineira e Medalha Santos Dumont. Ganhou ainda o Grande Prêmio da Crítica em Literatura Infantil/Juvenil pela APCA, o Jabuti, o Prêmio Academia Brasileira de Letras, entre muitos outros. Em 2000, entrou na Lista de Honra do IBBY. Em 2008, recebeu o Prêmio Ibero-Americano de Literatura Infantil, da Fundação SM, no México, pelo conjunto de sua obra. Amante das palavras, dizia ter fôlego de gato, o que lhe permitiu nascer e morrer várias vezes. “Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o suficiente para uma palavra me ressuscitar.” Bartolomeu faleceu em 2012.