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Autor: Rubem Braga
Editora: Global
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Em As boas coisas da vida, Rubem Braga novamente se concentra nos seus grandes temas. O mar é um deles, e dos mais fortes. Outro tema crucial em suas crônicas é a infância, ou melhor, os ambientes e humores da sua infância que fazem dele também um grande memorialista.Este livro do escritor demonstra de maneira inegável o motivo de suas crônicas terem sido um divisor de águas na nossa literatura, um verdadeiro sopro renovador na prosa brasileira. Além do mar, estão presentes aqui as contemplações de Braga sobre outros elementos da natureza como os rios, os passarinhos e sobre todo um universo de sensações e acontecimentos corriqueiros que ganham densidade incomum nas lentes do cronista.
Título: As Boas Coisas Da Vida
ISBN: 9788526025172
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1
Páginas: 152
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 12ª
Região:
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Autor: Rubem Braga
Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.