Cinema e politica

Autor: Paulo Emilio Sales Gomes
Editora: Penguin - Companhia

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Sinopse

Coletânea de textos essenciais para compreender a dimensão política do cinema, por um de nossos maiores críticos. Jovem militante de esquerda, Paulo Emílio Sales Gomes foi preso na repressão que se seguiu à tentativa de tomada do poder pelos comunistas em 1935. Fugiu da cadeia e exilou-se em Paris, onde foi apresentado ao cinema. Lá acompanhou os processos de Moscou, o que o levou a abandonar o Partido Comunista para construir um pensamento de esquerda independente no Brasil. Frustrado com o processo de democratização, deixou a política partidária para mergulhar de corpo inteiro na crítica e no ensino de cinema. Esta antologia, que abarca textos escritos entre 1935 e 1973, apresenta uma súmula da trajetória intelectual do crítico que fez do cinema brasileiro uma plataforma de observação da luta permanente do país para superar o subdesenvolvimento e a dependência colonial. Com escritos que tratam desde Maiakóvski e George Orwell até Cinema Novo, de socialismo a fascismo, Cinema e política condensa a contribuição original de Paulo Emílio à cultura brasileira. Seleção de Carlos Augusto Calil.

Dados

Título: Cinema E Politica

ISBN: 9788582851340

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20

Páginas: 152

Ano copyright: 2021

Coleção: Grandes Ideias

Ano de edição: 2021

Edição:

Participantes

Autor: Paulo Emilio Sales Gomes

Organizador: Carlos Augusto Calil

Autor

CARLOS AUGUSTO CALIL

Carlos Augusto Calil: cineasta, ensaísta, crítico e professor na Escola de Comunicação e Artes na Universidade de São Paulo, é paulistano de 1951. Com ampla experiência em gestão cultural (Embrafilme, Cinemateca Brasileira, Centro Cultural São Paulo), foi o responsável pelas reformas da Biblioteca Mário de Andrade e do Theatro Municipal quando ocupou o cargo de secretário de cultura da cidade de São Paulo. É autor e organizador de livros sobre o modernismo no Brasil, como Retrato do Brasil (2012), de Paulo Prado, e A aventura brasileira de Blaise Cendrars (2001), de Alexandre Eulálio.