Os filhos da coruja

Autor: Graciliano Ramos
Editora: Baiao

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 8 dias úteis.

R$ 74,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Os filhos da Coruja nasce a partir de um texto inédito. Um poema escrito à mão, com data de 5 de setembro de 1923 e assinado por J. Calisto, um dos muitos pseudônimos que Graciliano Ramos utilizou, principalmente no início da carreira literária, para não revelar sua autoria — ainda que já deixasse clara uma de suas principais facetas, a de um observador atento da sociedade e cultura brasileiras.Inspirado na fábula “A águia e o mocho”, de La Fontaine, Os filhos da Coruja abre espaço para leituras diversas e, em seu ineditismo, dialoga com a obra completa de Graciliano e com toda uma vasta tradição literária.Com pinturas de Gustavo Magalhães e pesquisa e organização de Thiago Mio Salla, o livro entrega o que há de melhor no autor: o caráter abertamente crítico, que revela aquilo que Antonio Candido, um dos nossos grandes intelectuais, chamaria de “pesquisa progressiva da alma humana”. Não dá para discordar.

Dados

Título: Os Filhos Da Coruja

ISBN: 9786585773188

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 29,2 x 22,5 x 0,3

Páginas: 36

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Graciliano Ramos

Organizador: Thiago Mio Salla

Ilustrador: Gustavo Magalhaes

Autor

GRACILIANO RAMOS

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Foi criado no sertão de Pernambuco e, aos 7 anos, morando em Viçosa, passa a estudar no Internato Alagoano, onde publica sua primeira obra, o conto Pequeno Pedinte. Em 1905, morando em Maceió, dedica-se ao estudo do inglês, do francês, e do italiano. Aos 17 anos, sob o pseudônimo Almeida Cunha, publica o soneto Céptico. Aos 18 anos se muda para Palmeira dos Índios, onde ajuda o pai em sua pequena loja de tecidos. Entre l914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalha como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século, sob as iniciais R.O. (Ramos de Oliveira). De volta a Palmeira dos Índios, assumiu a prefeitura em 1928, experiência que lhe ofereceu material para o primeiro romance, Caetés, publicado em 1933. Em 1930 renuncia ao cargo, sendo em seguida nomeado diretor da Imprensa Oficial do Estado, de onde se demite em dezembro de 1931 por motivos políticos. No ano seguinte começa a colocar no papel, seu segundo romance, São Bernardo. Em 1933 foi nomeado diretor de Instrução Pública de Alagoas - cargo correspondente ao de secretário de Estado da Educação -, permanecendo até 1936. Por conta do que, na época, foi chamado "ideias extremistas", foi detido e preso em vários presídios do Rio de Janeiro. Seu drama e dos companheiros de cadeia foram relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953. Em 1936 lançou Angústia, considerado seu romance mais complexo. Em 1938 escreve o livro que se tornaria sua obra-prima, Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região - melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Um dos maiores romancistas da história da literatura brasileira e latina, Mestre Graça, como era carinhosamente tratado, morreu no Rio de Janeiro, em 1953, aos 61 anos.