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Rafaela Miranda, em Uma terra casa tem esse nome algum, explora a noção de corpo-terra-casa em seus poemas, passeando por referências literárias afro-diaspóricas, por autores brancos, além de mitos do cânone ocidental. A poeta nos convida a mergulhar com ela em seus sonhos, seus desejos e suas lutas, que se revelam não só suas, mas de um coletivo atravessado pela solidão, pelo racismo e pela LGBTfobia. A poesia de Rafaela é feita de corpo, de terra, de lugar e de não-lugar, valendo-se de metáforas que confluem o sagrado e as profundezas da experiência humana com os elementos da natureza. E tudo isso culmina na concepção de casa, o corpo da mulher negra é seu próprio lar, uma morada que se movimenta, que migra e que se expande. “Bons poemas nos acompanharão para sempre, descobri isso com Rafaela Miranda, quando ministrei uma oficina e ela estava entre as participantes. Ela escreveu e leu um dos poemas que integra este Uma terra casa tem esse nome algum (não vou dizer qual, para guardar o segredo) e algo nele, talvez a linguagem ou o tema ou a originalidade apresentada, me persegue até hoje.” — Lubi Prates
Título: Uma Terra Casa Tem Esse Nome Algum
ISBN: 9786580162109
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 18
Páginas: 88
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
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Autor: Rafaela Branco Miranda