Modo de apanhar pássaros à mão (nova edição)

Autor: Maria Valeria Rezende
Editora: Alfaguara

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Sinopse

O cotidiano, com seus encontros e desencontros, é a matéria-prima de Modo de apanhar pássaros à mão. Nesta reunião de contos, Maria Valéria Rezende reúne histórias de pessoas comuns sobre relações, escolhas, perdas, afetos e recomeços. Autora vencedora dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura.Depois da morte de sua vizinha, uma aspirante a escritora cogita assumir a autoria de um manuscrito deixado pela falecida. Percorrendo as ruas de São Paulo, um pai desesperado sai em busca de uma fruta desconhecida para saciar o desejo da esposa. Com a idade já avançada, uma prostituta é atormentada por uma lembrança de infância.No texto que dá nome ao livro, um fotógrafo não esconde sua arrebatadora fixação pela modelo Íbis. Quando uma colega dela lhe pede ajuda, ele impõe uma única condição: que seja apresentado a Íbis. Não satisfeito com o breve encontro e cegado por sua obsessão, recorre a uma receita do século XVIII, retirada de um livro antigo, para atraí-la a qualquer custo.Desdobrando-se com fluidez e perspicácia, a coletânea chega ao fim com o conto “Melodrama ou a noiva da noite”, uma tragédia sobre desejo, que mostra como as nuances e ambiguidades da alma humana podem ser representadas sem maniqueísmo quando a tarefa está nas mãos de uma escritora tão singular e habilidosa como Maria Valéria Rezende.

Dados

Título: Modo De Apanhar Pássaros À Mão (Nova Edição)

ISBN: 9788556522597

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15 x 23 x 1

Páginas: 112

Ano copyright: 2026

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Maria Valeria Rezende

Tradutor: Vinicius Neves Mariano

Autor

MARIA VALERIA REZENDE

Maria Valéria Rezende (Santos – SP, 1942) é graduada em letras pela Universidade de Nancy e em pedagogia pela PUC-SP. Da militância política chegou à igreja. É freira da Congregação de Nossa Senhora desde 1965. Na resistência à ditadura, dedicou-se à educação, atuando no sertão de Pernambuco e no Brejo Paraibano. Projetou-se nacionalmente ao ganhar o Prêmio Jabuti com Quarenta dias (2014). Em seu livro Outros cantos (2016), retoma sua memória dos anos de chumbo. Publica ainda contos e livros juvenis. Vive em João Pessoa, de onde é uma das principais porta-vozes do movimento nacional por uma participação maior de escritoras mulheres.