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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Macmillan Collector'S Library
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As the nineteenth century drew to a close, decadent authors boldly decided it was time for something new.Their work was radical, daring and controversial, and it captured a unique feeling and exciting atmosphere. Rich with aesthetic hedonism, this anthology showcases the very best short stories from the movement.In ‘The Nightingale and the Rose’, Oscar Wilde expertly captures the decadent mood when a young student laments the futility of art; Vernon Lee tells the story of a mysterious and beautiful woman who brings strange misfortune to a coastal village in ‘Dionea’; ‘A Funeral Oration’ by Jean Lorrain oozes with excess and indulgence; ‘Enoch Soames’ grapples with the fin-de-siècle fear of leaving no legacy. From famous to lesser-known writers, there is no shortage of drama, darkness and decay in this riveting collection.Part of the Macmillan Collector’s Library: a series of stunning, pocket-sized classics bound in cloth with ribbon markers. These beautiful books make perfect gifts or a treat for any book lover. This edition is edited and introduced by writer and academic Jane Desmarais.
Título: Classic Stories From The Age Of Decadence
ISBN: 9781035052783
Idioma: Inglês
Encadernação: Capa dura
Formato:
Páginas: 304
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Jane Desmarais | Oscar Wilde | Vernon Lee | Jean Lorrain
Organizador: Jane Desmarais
Oscar Wilde (1854-1900) nasceu na Irlanda em 1854. Ao longo de sua carreira como escritor, produziu poemas, contos, ensaios e um único romance: O retrato de Dorian Gray. As peças teatrais alçaram-no ao sucesso na última década do século XIX. O êxito literário também lhe rendeu uma situação financeira abastada, que lhe proporcionou, consequentemente, uma vida desregrada e extravagante. Em maio de 1895, acabou condenado a dois anos de trabalhos forçados por cometer sodomia – a homossexualidade era considerada crime na época. A prisão foi sua ruína. Em 1897, mudou-se para Paris e passou a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. Morreu em 1900, de meningite – agravada pelo alcoolismo e pela sífilis.