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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Penguin Books
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‘We are thrown into the world at every moment, and committed within it’In the aftermath of the Second World War, a group of intellectuals gathered to discuss urgent questions of existence, commitment, racism, colonialism and feminism. Their ideas would continue to shape debates throughout the twentieth and twenty-first centuries. This major new anthology gathers the key texts of existentialism, and their major intellectual influences, along with other works previously neglected in overviews and anthologies of the movement. Incorporating the writings of Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre and Frantz Fanon, alongside selections from Søren Kierkegaard, Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud and Martin Heidegger, it significantly expands and redefines our understanding of what existentialism means, and why it matters.Edited with an Introduction by Jonathan Webber
Título: The Penguin Book Of Existentialist Philosophy
ISBN: 9780241645413
Idioma: Inglês
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas: 400
Ano copyright:
Coleção: Penguin Classics
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Simone de Beauvoir | Jean-Paul Sartre | Frantz Fanon
Organizador: Jonathan Webber
Jean-Paul Sartre nasceu em Paris em 1905. Órfão de pai aos dois anos, mudou-se para a casa do avô materno em Meudon. Em 1924, matriculou-se na Escola Normal Superior, em Paris, e conheceu Simone de Beauvoir. Em 1931 foi nomeado professor de filosofia no Havre, e escreve seu primeiro romance, A náusea. Em 1936, publicou A imaginação e A transcendência do ego. Em 1940 foi capturado pelos alemães e enviado a um campo de prisioneiros. Libertado em 1941, voltou à França e funda o movimento Socialismo e Liberdade. Em 1943, publica O ser e o nada. Logo após a guerra, funda com Merleau-Ponty a revista Les Temps Modernes e escreve várias peças de teatro político. Ingressa em 1952 no Partido Comunista Francês, com o qual romperia quatro anos depois. Em 1960, publica a Crítica da razão dialética, e em 1964 a autobiografia As palavras. Recusa o Prêmio Nobel de Literatura por acreditar que "nenhum escritor pode ser transformado em instituição". Além de ter estado no centro de alguns dos movimentos intelectuais e culturais mais importantes da segundo metade do século XX, como o existencialismo, Sartre foi o caso raro de um grande filósofo que era também um grande romancista, e de um grande romacista que era também um grande dramaturgo. Morreu em Paris em 1980.