Pai contra mae

Autor: Machado de Assis
Editora: Artes e Ofícios

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Sinopse

O personagem principal desse conto é um caçador de escravos que, ao se tornar pai, vê-se diante de uma grave crise financeira. Não tendo como sustentar o filho, precisa levar adiante a decisão de deixar o pequeno na roda dos enjeitados. Do outro lado, uma escrava fugida, grávida, busca a liberdade para o filho ainda em seu ventre. O encontro dos dois revela , porém, que nem todos os nascimentos são bem sucedidos. Machado de Assis, através do conto escrito no auge de sua maturidade, joga no rosto da sociedade essa trama inclemente.

Dados

Título: Pai Contra Mae

ISBN: 9788574211466

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 17 x 24

Páginas: 32

Ano copyright: 2007

Coleção: So Um Conto - Vol. 2

Ano de edição: 2007

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Ilustrador: Tati Moes

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.