Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Brasileira
Ao concluir a autobiografia romanceada O ginógrafo, a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um ghostwriter de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, “gênio”, nas palavras do sócio, que o explora na “agência cultural” que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar “alta literatura”. Também meio sem querer vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, “segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita”.Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade com um senso de humor muito particular, Budapeste é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance. Budapeste ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro de 2003 e o IV prêmio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, em 2005.
Título: Budapeste (Ediçao Economica)
ISBN: 9788535919769
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 118
Ano copyright: 2003
Coleção:
Ano de edição: 2011
Edição: 3ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Chico Buarque
Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 14/06/1944) é um dos maiores nomes da música popular brasileira. Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, escreveu seu primeiro conto aos 18 anos. Ganhou destaque como cantor a partir de 1966, quando lançou seu primeiro álbum, Chico Buarque de Hollanda, e venceu o Festival de Música Popular Brasileira com a música A banda. Devido à crescente repressão do regime militar do Brasil nos chamados "anos de chumbo", autoexilou-se na Itália em 1969. Ao retornar ao Brasil, em 1970, foi um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país. No início dos anos 1990 lançou seu primeiro romance, Estorvo. Prêmios literários: Prêmio Jabuti 1992, categoria Melhor Romance: Estorvo. Prêmio Jabuti 2004, categoria Livro do Ano: Budapeste. Prêmio Jabuti 2010, categoria Livro do Ano: Leite Derramado.