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Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: Companhia das Letras
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Nono volume da coleção de obras de Nietzsche, Crepúsculo dos ídolos é ao mesmo tempo introdução e síntese do pensamento filosófico do autor. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de SouzaCrepúsculo dos ídolos foi a penúltima obra de Nietzsche, escrita e impressa em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão. O próprio Nietzsche a caracterizou — numa das cartas acrescentadas em apêndice a esta edição — como um aperitivo, destinado a “abrir o apetite” dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese e introdução a toda a sua obra, e ao mesmo tempo uma “declaração de guerra”. É com espírito guerreiro que ele se lança contra os “ídolos”, as ilusões antigas e novas do Ocidente: a moral cristã, os grandes equívocos da filosofia, as idéias e tendências modernas e seus representantes. De tão variados e abrangentes, esses ataques compõem um mosaico dos temas e atitudes do autor: o perspectivismo, o “aristocratismo”, o realismo ante a sexualidade, o materialismo, a abordagem psicológica de artistas e pensadores, o antigermanismo, a misoginia. O título é uma paródia do título de uma ópera de Wagner, Crepúsculo dos deuses. No subtítulo, a palavra “martelo” deve ser entendida como marreta, para destroçar os ídolos, e também como diapasão, para, ao tocar as estátuas dos ídolos, comprovar que são ocos.FRIEDRICH NIETZSCHE nasceu no vilarejo de Roecken, próximo de Leipzig, na Alemanha, em 15 de outubro de 1844. Perdeu a razão no início de 1889 e morreu em 25 de agosto de 1900.PAULO CÉSAR DE SOUZA é mestre em história social pela UFBA e doutor em literatura alemã pela Universidade de São Paulo.
Título: Crepusculo dos idolos ou como se filosofa com o martelo
ISBN: 9788535907704
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 21
Páginas: 160
Ano copyright: 2006
Coleção:
Ano de edição: 2006
Edição: 1ª
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Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.