Dias felizes

Autor: Samuel Beckett
Editora: Cosac Naify

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Sinopse

Dias felizes (1961) completa, ao lado de Esperando Godot (1952) e Fim de partida (1957), o trio de peças que consagrou Samuel Beckett (1906-1989) como um dos principais renovadores da dramaturgia do século XX. Em cena, Winnie, uma mulher de meia-idade enterrada em uma colina e debaixo de sol a pino, busca agarrar-se às poucas coisas que estão ao seu alcance, os objetos de uma bolsa. Ao redor, uma paisagem inóspita e o marido indiferente – Willie. A tradução, o texto de apresentação e as sugestões de leitura são de Fábio de Souza Andrade, professor e estudioso da obra de Beckett. O apêndice traz cartas que o irlandês trocou com Alan Schneider, diretor da montagem americana, o depoimento da atriz e pesquisadora Martha Fehsenfeld, que acompanhou orientações do próprio Beckett na versão londrina de 1979, além de um conjunto de fotos das principais atrizes que interpretaram Winnie. Philip Guston (1913-1980) ilustra a capa das três obras de Beckett na Coleção Prosa do Mundo.

Dados

Título: Dias Felizes

ISBN: 9788575036945

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 14,5 x 22

Páginas: 136

Coleção: Prosa Do Mundo

Ano de edição: 2010

Edição:

Participantes

Autor: Samuel Beckett

Tradutor: Fabio de Souza Andrade

Autor

SAMUEL BECKETT

Samuel BeckettNasceu perto de Dublin, na Irlanda, em 1906 e foi criado por uma família protestante da classe média. Aos 23 anos foi premiado por um poema titulado "Whoroscope" (1930) no qual, através do filósofo Descartes, contempla a transitoriedade da vida, tema tão recorrente em sua obra. Entre 1946 e 1953, Beckett inicia uma fase de grande criatividade, escrevendo peças como Esperando Godot (1952), contos e romances nos quais explora a impotência, a imobilidade e a solidão humanas como elementos responsáveis pelo "câncer do tempo". Murphy (1938), Molloy (1951), Malone morre (1951), Watt (1953) e O inominável (1953) são seus principais romances. Prêmio Nobel de Literatura em 1969, Beckett é um dos fundadores do teatro do absurdo. Faleceu em Paris em 1989, aos 83 anos de idade.