Memorias inventadas: a terceira infancia

Autor: Manoel de Barros
Editora: Planeta do Brasil

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Sinopse

A série Memórias Inventadas, agora concluída com a publicação desta Terceira Infância, resultou de um desafio proposto ao poeta: escrever sua autobiografia. Seus pequenos contos nos transportam para o tempo em que as crianças construíam seus próprios brinquedos; apresentam-nos personagens que o ajudaram a ver o mundo de uma forma diferente. Texto e imagem se completam, compondo um cenário único e surpreendente.

Dados

Título: Memorias Inventadas: A Terceira Infancia

ISBN: 9788576653684

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16,5 x 21,5

Páginas: 52

Ano copyright: 2008

Ano de edição: 2008

Edição:

Participantes

Autor: Manoel de Barros

Ilustrador: Martha Barros

Autor

MANOEL DE BARROS

Manoel de Barros nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em dezembro de 1916, e passou a infância no Mato Grosso do Sul, primeiro numa fazenda próxima a Corumbá, depois num internato em Campo Grande. Aos doze anos, foi estudar no Rio de Janeiro — cidade onde viveu por mais de trinta anos, antes de voltar ao Mato Grosso do Sul. Filho de fazendeiros, aos 13 anos começou a esboçar seus primeiros poemas. O livro de estreia, Poemas concebidos sem pecado, foi publicado em 1937. No início da década de 50, Manoel de Barros voltou para o Pantanal de sua infância e assumiu definitivamente a fazenda que fora de seus pais, onde conciliou as atividades de fazendeiro e poeta. Levantava-se às cinco da manhã e ia para o escritório trabalhar por quatro horas diárias, escrevendo e lendo para "desenvolver o imaginário". Perfeccionista, Manoel de Barros não hesitava em reescrever dezenas de vezes um poema, até que ficasse satisfeito com o resultado. Era no Pantanal, no meio de um dos ecossistemas mais ricos do planeta e caminhando pelas ruas das pequenas cidades, que encontrava a inspiração para sua obra, na fala do povo, no vocabulário do homem pantaneiro. O resultado é uma linguagem própria que ele chamava de “idioleto manoelês archaico”. Recebeu diversos prêmios, entre eles: o Prêmio Nacional de Poesias, em 1966, com Gramática expositiva do chão, o Prêmio Jabuti, em 1987, com O guardador de águas, o Prêmio Biblioteca Nacional em 1996, e o Prêmio Nestlé de Literatura em 1997, por Livro sobre o nada, e o Prêmio Nacional de Literatura do Ministério da Cultura, em 1998, pelo conjunto da obra. Faleceu em novembro de 2014, aos 97 anos. Manoel de Barros foi tema do documentário Só dez por cento é mentira, do diretor Pedro Cezar, exibido em 2010.