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Autor: Mario Prata
Editora: Objetiva
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O escritor Mario Prata nos apresenta uma de suas mais queridas criações – James Lins, o playboy que não deu certo. Um delicioso romance policial com muitas pitadas de humor e sexo, claro. Lançado originalmente em 1994 numa edição limitada que deixou muitos fãs carentes, o livro volta ao mercado em grande estilo, com nova capa e texto revisado pelo autor. Bonito, inteligente, bom de papo e com um caráter duvidoso, tudo é possível para esta intrépida figura. Da infância no interior de São Paulo, até o submundo da grande cidade, o leitor vai curtir as loucuras deste rapaz que acabou se tornando um símbolo da malandragem nacional.Ele tinha uma vida marcada por pequenos golpes e grandes aventuras, até que tudo aconteceu. O crime, o escândalo, a condenação. A vida de playboy não vingou e James Lins pagou caro, muito caro. Da prisão montou sua defesa de uma forma que só um malandro profissional poderia fazer. Conseguiu subverter a ordem dos acontecimentos para provar sua inocência. Deixe-se envolver pela lábia e irreverência deste bom vivant, mas cuidado, ele pode te deixar em maus lençóis. Mario Prata que o diga...
Título: James Lins: O Playboy Que Nao Deu Certo
ISBN: 9788573025088
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 224
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2003
Edição: 1ª
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Autor: Mario Prata
Mario Prata nasceu em Uberaba, MG, em 1946, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Escritor, dramaturgo, jornalista e cronista, em mais de 50 anos de escrita tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos publicados, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Colaborou como cronista no Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes, nos anos 70. Em 1993, passou a assinar uma coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo, onde foi cronista por 11 anos. Também assinou crônicas para diversas publicações nacionais, entre elas as revistas Isto é e Época e o jornal Folha de São Paulo. Recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão. Marcou gerações com novelas como Estúpido cupido e Sem lenço, sem documento. É autor, entre outros, dos livros Diário de um magro, Minhas mulheres e meus homens, Os anjos de Badaró (primeiro romance brasileiro escrito online, com a participação dos leitores), Minhas tudo e Os viúvos.