Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Documenta (pt)
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Catálogo publicado por ocasião da exposição de Vasco Araújo «Demasiado Pouco, Demasiado Tarde», apresentada na Plataforma das Artes e da Criatividade / CIAJG, Guimarães, de 25 de Abril a 27 de Setembro de 2015. O trabalho de Vasco Araújo (Lisboa, 1975) tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e sobre os seus efeitos tragicamente duradouros, do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e de submissão entre homens de lugares e culturas diferentes. […] aquilo que torna particular a investigação do artista em torno desta temática é o seu interesse nas relações domésticas, íntimas, não confessadas, entre-muros, à volta da mesa e na cama – relações tanto mais problemáticas, e consequentemente difíceis de circunscrever, quanto difusas, turvas, que misturam o exercício de poder, de controlo e de domínio com uma tessitura de relações humanas, de ordem afetiva ou sexual. O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a história, a antropologia, a sociologia, para construir narrativas que se materializam em vídeo, escultura, pintura e fotografia. A exposição, produzida especificamente para o CIAJG, cruza diversas fontes, visuais ou de texto, recorre à história oral ou de proximidade, à literatura, ao património visual, da pintura de história à história da fotografia. [Nuno Faria]
Título: Vasco Araujo - Demasiado Pouco, Demasiado Tarde
ISBN: 9789898618771
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas: 144
Ano copyright: 2019
Coleção:
Ano de edição: 2019
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
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Autor: Vasco Araujo | Nuno Faria | Isabela Figueiredo
Isabela Figueiredo (Lourenço Marques, atual Maputo, 1963) é um escritora filha de portugueses que retornaram para Lisboa depois da independência de Moçambique. Estudou línguas e literaturas lusófonas, sociologia das religiões e questões de gênero. Foi jornalista no Diário de Notícias e hoje é professora de português. Conto é como quem diz (1988), seu livro de estreia, recebeu o primeiro prêmio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias. Publicou Caderno de memórias coloniais, que se tornou obra central no debate sobre racismo e o passado colonial português, e A gorda (2018).