Clo

Autor: Lima Barreto
Editora: SESI SP

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Sinopse

Os minilivros desta coleção dão ao leitor a oportunidade de a qualquer momento e em qualquer parte distrair-se com poucos minutos de boa literatura. Seu tamanho permite levá-los no bolsinho da camisa, por exemplo, e serem abertos com facilidade mesmo tendo uma das mãos segurando, quem sabe, a barra de arrimo do vagão do metrô ou a xícara de cafezinho. Nesse meio tempo você terá conhecido ou relembrado um pedacinho da arte de Eça de Queirós, Jack London, Voltaire, Lima Barreto, Machado de Assis, Juan Valera, Guillaume Apollinaire, Olavo Bilac... Experimente.

Dados

Título: Clo

ISBN: 9788550404172

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 8 x 11,5

Páginas: 48

Ano copyright: 2017

Coleção: Minutos De Literatura

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Lima Barreto

Autor

LIMA BARRETO

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro, em 1881. A mãe, escrava liberta, morreu quando o filho tinha seis anos. A abolição da escravatura ocorreu em 1888, no dia de seu aniversário de sete anos, mas as marcas desse período, o preconceito racial e a difícil inserção de negros e mulatos na sociedade brasileira nunca deixaram de ocupar o centro de sua obra literária. Em 1900, o escritor deu início aos registros do Diário íntimo, com impressões sobre a cidade e a vida urbana do Rio de Janeiro. Lima Barreto começa sua colaboração mais regular na imprensa em 1905, quando escreve reportagens, publicadas no Correio da Manhã, sobre a demolição do Morro do Castelo, no centro do Rio, consideradas um dos marcos inaugurais do jornalismo literário brasileiro. Na mesma época, começa a escrever a primeira versão de Clara dos Anjos, livro que seria publicado apenas postumamente, e elabora os prefácios de dois romances: Recordações do escrivão Isaías Caminha e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá. No romance Recordações do escrivão Isaías Caminha, o jornal Correio da Manhã e seu diretor de redação são retratados de maneira impiedosa, e Lima Barreto tem então seu nome proscrito na grande imprensa carioca. O escritor passa a publicar crônicas, contos e peças satíricas em veículos como Fon-Fon, Careta e O Malho. Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. Postumamente saem Os bruzundangas e as crônicas de Bagatelas e Feiras e mafuás. Morreu no Rio de Janeiro, em 1922.