Dialogos (3 vols.)

Autor: Jorge Luis Borges | Osvaldo Ferrari
Editora: Hedra

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Sinopse

A caixa reúne os diálogos entre Jorge Luis Borges e o poeta e jornalista argentino, Osvaldo Ferrari, que foram originalmente transmitidos pelo rádio, e mais tarde publicados no jornal Tiempo argentino. Ao todo são noventa diálogos travados em 1984 e 1985, divididos nesta edição em três volumes: Sobre os sonhos, Sobre a filosofia e Sobre a amizade, em que o autor argentino repassa sua obra, suas preferências literárias, sua vida entre os amigos de Buenos Aires e a Europa, e os assuntos que lhe foram caros por toda a vida, uma espécie de testamento literário, compreendendo as fixações finais de sua imaginação. Dentre os escritores que Borges comenta nesse volume contam-se Kipling, Flaubert e Virginia Woolf; discorre sobre temas como a memória, a ética e a cultura, sobre países que visitou como o Japão e o Uruguai e sobre temas tão interessantes quanto a mitologia escandinava e as epopeias anglo-saxãs, além de assuntos sempre recorrentes como os livros e as bibliotecas, e também sobre gêneros literários que praticou com afinco, como os prólogos e os próprios diálogos, de que estes aqui reunidos são um exemplo.

Dados

Título: Dialogos (3 Vols.)

ISBN: 9788577151486

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 11,5 x 18

Páginas: 733

Ano copyright: 2009

Ano de edição: 2009

Edição:

Autor

JORGE LUIS BORGES

Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.