Nenhuma ilha e uma ilha: quatro visoes da literatura inglesa

Autor: Carlo Ginzburg
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Nas margens do trabalho intelectual, o pesquisador volta e meia topa com detalhes, sinais ou achados que provêm mais do "acaso que da curiosidade deliberada" (como se lê na introdução de Nenhuma ilha é uma ilha), muitas vezes relegados ao segundo plano e até desprezados em favor dos temas consagrados. Nas mãos de Carlo Ginzburg esses elementos "menores" são o motor de uma fina reflexão sobre a formação da literatura e da identidade nacional na Inglaterra. Nesses belos ensaios, Ginzburg está preocupado em entender o peculiar regime de trocas literárias e culturais entre as ilhas britânicas e o continente europeu. Para isso, cruza o canal da Mancha para investigar a influência de Montaigne nas polêmicas poéticas elisabetanas; esmiúça os possíveis vínculos entre o Tristram Shandy de Sterne e as idéias de Pierre Bayle; navega entre os arquipélagos do Pacífico na companhia do escritor Robert Louis Stevenson e do etnógrafo Bronislaw Malinowski; zarpa da pátria de Thomas More rumo à ilha imaginária de Utopia - sempre dando prova de absoluto domínio da arte do ensaio e de um raro entusiasmo pelo trabalho intelectual.

Dados

Título: Nenhuma ilha e uma ilha: quatro visoes da literatura inglesa

ISBN: 9788535905496

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 150

Ano copyright: 2000

Ano de edição: 2004

Edição:

Participantes

Autor: Carlo Ginzburg

Tradutor: Samuel Titan Junior

Autor

SAMUEL TITAN JUNIOR

Samuel Titan Jr. nasceu em Belém, em 1970. Estudou filosofia na Universidade de São Paulo, onde leciona Teoria Literária e Literatura Comparada desde 2005. Editor e tradutor, assinou versões para o português de autores como Erich Auerbach (Ensaios de literatura ocidental, 2007, com José Marcos Macedo), Adolfo Bioy Casares (A invenção de Morel, 2006), Michel Leiris (O espelho da tauromaquia, 2001), Gustave Flaubert (Três contos, 2004, em colaboração com Milton Hatoum) e Voltaire (Cândido ou o otimismo, 2013).