Natali tubenchlak: ecofeminismo e pornopolítica

Autor: Claudio Oliveira | Tereza Arijon
Editora: Circuito

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 17 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 96,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Entendo que se possa ler a obra da artista niteroiense Natali Tubenchlak essencialmente a partir do seu lugar de fala: o de uma mulher numa sociedade latino-americana e, mais especificamente, brasileira. Eu diria que é como uma expressão e uma explicitação desse lugar de fala que toda a sua obra é construída, desde os primeiros trabalhos até os atuais. Esses trabalhos exprimem e explicitam esse lugar de fala, mostrando como a artista vê a si mesma e a sociedade à sua volta, mas também como ela e as outras mulheres são vistas a partir desse lugar. Podemos e devemos, portanto, falar de uma perspectiva não apenas feminina, mas também feminista para entendermos essa obra, já que ela reflete e problematiza o lugar das mulheres nessas sociedades, mesmo que reste ainda a pensar em que sentido essa obra é feminista. A meu ver, trata-se, na obra de Natali Tubenchlak, de um feminismo com traços de ecofeminismo. E se eu puder ser um pouco mais preciso e antecipar o viés a partir do qual pretendo abordar a sua obra, eu diria tratar-se, no trabalho dessa artista niteroiense, de uma certa articulação entre ecofeminismo, erotismo e melancolia que, pouco a pouco, vai ganhando a forma de uma articulação entre política e pornografia, dando origem àquilo que eu chamei de pornopolítica, no primeiro texto que escrevi para uma exposição sua.

Dados

Título: Natali Tubenchlak: Ecofeminismo E Pornopolítica

ISBN: 9786586974591

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 15

Páginas: 280

Ano copyright: 2023

Ano de edição: 2023

Edição:

Participantes

Autor: Claudio Oliveira | Tereza Arijon