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Autor: Oscar Wilde
Editora: Faria e Silva
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Neste ensaio em forma de diálogo, Oscar Wilde defende, por meio de seus personagens Cyril e Vivian, que a arte deve privilegiar a mentira criativa em detrimento da mimese da realidade. Vivian argumenta que a “decadência da mentira” na literatura e nas artes visuais levou a uma valorização excessiva do realismo, empobrecendo a imaginação. Ele propõe que a vida imita a arte, e não o contrário, e que a beleza reside no artificial, no estilizado e no inventado. Uma crítica mordaz ao realismo literário e uma defesa apaixonada do esteticismo, este texto permanece como uma das mais influentes reflexões sobre a relação entre arte, verdade e sociedade.
Título: A decadência da mentira
ISBN: 9786560252806
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11.1 x 17.8 x 1
Páginas: 72
Ano copyright:
Coleção: Plaquetes - Vol. 4
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Oscar Wilde
Oscar Wilde (1854-1900) nasceu na Irlanda em 1854. Ao longo de sua carreira como escritor, produziu poemas, contos, ensaios e um único romance: O retrato de Dorian Gray. As peças teatrais alçaram-no ao sucesso na última década do século XIX. O êxito literário também lhe rendeu uma situação financeira abastada, que lhe proporcionou, consequentemente, uma vida desregrada e extravagante. Em maio de 1895, acabou condenado a dois anos de trabalhos forçados por cometer sodomia – a homossexualidade era considerada crime na época. A prisão foi sua ruína. Em 1897, mudou-se para Paris e passou a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. Morreu em 1900, de meningite – agravada pelo alcoolismo e pela sífilis.