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Autor: Walter Benjamin
Editora: Payot & Rivages
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Penser, c'est ressentir. Et c'est à une expérience intime, intuitive, des sens et des formes, de l'espace et du monde que nous invite Walter Benjamin dans cet essai de 1939 qui reste son texte le plus populaire. Le philosophe y montre comment l'invention de la photographie et surtout celle du cinéma, en rendant possible la reproduction massive des oeuvres d'art, ont précipité le "déclin de l'aura", formule désormais célèbre pour un concept devenu central dans l'histoire de l'art et la philosophie esthétique, l'aura d'une oeuvre étant l'effet de sa présence unique, liée à un lieu précis et inscrite dans l'histoire. A travers cette crise esthétique, c'est de notre société qu'il nous parle, une société où chacun a le droit d'être un héros et de peser sur la vie de la cité, mais une société qui doit aussi réinventer l'espace intime, le rapport au passé et au futur et même l'authenticité.
Título: L'oeuvre d'art a l' epoque de sa reproductibilite technique
ISBN: 9782228909709
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 17
Páginas: 141
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
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Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).