Tratados da vida moderna

Autor: Honore de Balzac
Editora: Estação Liberdade

LIVRO INDISPONÍVEL

R$ 72,00

em até 3x sem juros



Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Já nos textos ora reunidos sob o título Tratados da vida moderna foram escritos entre 1830 e 1839. Em 1830, em La Silhouette, vem a público a “Fisiologia do vestuário”. No ano seguinte, o mesmo jornal publica a “Fisiologia gastronômica”. No primeiro, a partir da análise do uso da gravata e dos paletós com ou sem forro, faz-se, em tom zombeteiro, uma crítica à falta de imaginação e leveza que ele via na sociedade parisiense. No divertidíssimo “Fisiologia gastronômica”, vê-se uma classificação dos comedores e bebedores em “o glutão, o comilão, o gourmand, o guloso, o gastrônomo, o ébrio, o bebedor, o sommelier, o degustador, o gourmet.” Ridicularizando as figuras do “comilão” e, sobretudo, do “glutão”, o autor, impiedoso, não economiza acidez em suas caracterizações.

Dados

Título: Tratados da vida moderna

ISBN: 9788574481524

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,5 x 20,5

Páginas: 240

Ano copyright: 1830

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: Honore de Balzac

Tradutor: Leila de Aguiar Costa

Autor

HONORE DE BALZAC

Honoré de Balzac nasceu na província, em Tours, em 20 de maio de 1799. Forma-se bacharel em direito em 1819, mas acalenta o sonho de ser escritor e a esse projeto se dedica. A partir de 1822 seus primeiros romances são publicados sob diversos pseudônimos. Em 1829 publica, usando pela primeira vez seu próprio nome, Le dernier Chouan ou la Bretagne em 1800, que, sob o título definitivo de Les Chouans [Os Chouans], será o primeiro romance da Comédia Humana. Nesse mesmo ano, redige, entre outros, A paz conjugal, mais antiga das Cenas da Vida Privada, e trabalha no manuscrito que se tornará A Mulher de Trinta Anos. Em 1835 lança O pai Goriot. Em 1842 é publicado o primeiro volume da Comédia Humana. Em 1849, muda-se para a Ucrânia. No ano seguinte, casa-se com Evelyne Hanska, viúva do conde Hanski, sua amante desde meados da década de 30; e, de volta a Paris, morre nesse mesmo ano, no dia 18 de agosto.