Home › Livros › Literatura e Ficção › Biografias e Memórias
Baudelaire, de Théophile Gautier, foi publicado originalmente como prefácio à primeira edição das Obras completas de Charles Baudelaire, da editora parisiense Calmann-Levy, em 1868. Além deste belo texto, até então inédito no Brasil, a edição da Boitempo reúne os artigos e cartas que aparecem como apêndice na publicação da editora francesa.Entre os textos, estão cartas de Sainte-Beuve, do marquês de Custine e de Émile Deschamps que fazem referência ao processo sofrido por Baudelaire após a publicação de Flores do Mal, dando ao leitor um panorama da recepção de seus contemporâneos à obra. Esses artigos foram escritos por iniciativa dos respectivos autores; ao incluí-los na edição, Baudelaire buscava aval para o seu livro. Foi acrescentada também a carta que Victor Hugo escreveu em 1859, por solicitação de Baudelaire, para servir de prefácio ao seu texto sobre Théophile Gautier.Em seu texto, Gautier analisa também o Baudelaire crítico de arte e tradutor de Edgar Allan Poe. Mais do que uma crítica, trata-se de um depoimento pessoal, em tom apaixonado, devido à morte de Baudelaire e os ataques a Flores do Mal. O autor seleciona os poemas que considera mais notável, detendo-se profundamente em quatro: “Don Juan aux enfers”, “La vie antériure”, “Les Petites vieilles” e “Revê parisien”.A edição revela um testemunho de rara beleza, que representa as características de uma época marcante da literatura francesa. Um texto que combina a fina observação psicológica e o rigor do crítico com qualidade poética.
Título: Baudelaire
ISBN: 9788585934774
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 144
Ano copyright: 2001
Coleção: Classicos Boitempo
Ano de edição: 2001
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Théophile Gautier (1811-1872) deixou uma vasta produção jornalística e literária em prosa e em verso. Iniciou-se na literatura pelo romantismo, mas ficou consagrado como poeta parnasiano. Na prosa, seu trabalho mais conhecido é Le Capitaine Fracasse (1863), uma trama cheia de aventuras que ganhou diversas versões cinematográficas. Ainda na prosa, publicou os livros Mademoiselle de Maupin (1835) e La Morte amoureuse (1836). Como poeta, sua produção mais importante foi Émaux et camées (1852), e como crítico publicou, entre outros, Histoire de l’art dramatique depuis vingt-cinq ans (1858-59).