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Autor: Dalton Trevisan
Editora: Todavia
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Publicado em 1994, nove anos após seu único romance, Dinorá é um dos livros mais incomuns de Dalton Trevisan, e marca uma importante virada em sua obra e um retorno subversivo ao conto. Aqui temos um livro ímpar, que mistura contos, um ensaio, haicais e textos autobiográficos, desafiando os limites dos gêneros literários. Enquanto os contos são inovadores nos pontos de vista narrativos, os haicais que aparecem em Dinorá antecedem os minicontos, que definiriam a fase seguinte de sua obra. E a cidade de Curitiba, personagem tão presente na obra de Dalton, aqui, é vista com ainda mais melancolia.
Título: Dinorá
ISBN: 9786556929590
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1
Páginas: 144
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
Região:
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Autor: Dalton Trevisan
Dalton Trevisan nasceu em Curitiba, em 1925. Formou-se na Faculdade de Direito do Paraná e liderou o grupo literário que publicou, entre 1946 e 1948, a revista Joaquim. A publicação continha o material de seus primeiros livros de ficção, incluindo Sonata ao luar (1945) e Sete anos de pastor (1948). Em 1954 publicou, entre outros, o Guia Histórico de Curitiba e Crônicas da Província de Curitiba, edições populares à maneira dos folhetos de feira. A partir dos habitantes da cidade, criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante. Em 1968, concorrendo sob pseudônimo, Trevisan conquistou o primeiro lugar do I Concurso Nacional de Contos do Estado do Paraná. Dedicando-se exclusivamente ao conto (só teve um romance publicado: A Polaquinha), Trevisan acabou se tornando o maior mestre brasileiro no gênero. Em 1996, recebeu o Prêmio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto de sua obra. Avesso a entrevistas e demais exposições na mídia, Trevisan recebeu a alcunha de “Vampiro de Curitiba”, nome de um de seus livros. É autor, entre outros, de Ah, é?, obra-prima do estilo minimalista, Novelas nada exemplares (1959), Morte na praça (1964), Cemitério de elefantes (1964) e O vampiro de Curitiba (1965). Em 2003, dividiu com Bernardo Carvalho o 1º Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira com o livro Pico na Veia.