Criaturas impossíveis: o rei envenenado

Autor: Katherine Rundell
Editora: Faro Editorial

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Sinopse

RETORNE À MAGIA DO ARQUIPÉLAGO...O VENENO ESTÁ SE ESPALHANDO E O TEMPO ESTÁ ACABANDO.Quando Christopher acorda com um dragão mordiscando seu rosto, o coração acelera – não de medo, mas de alegria pura. Após meses de espera, o chamado para retornar ao Arquipélago, o conjunto secreto de ilhas onde todas as criaturas míticas vivem, finalmente chegou. Mas a alegria dura pouco, pois uma sombra mortal caiu sobre o reino de Dousha. O rei foi vítima de um veneno cruel, e a culpa recaiu injustamente sobre quem ele mais amava. Agora, o Arquipélago está à beira do colapso, contaminado por uma corrupção que ameaça extinguir a magia para sempre. 7No centro desta tempestade está a princesa Anya, uma garota que é muito mais do que parece, sempre cercada por pássaros e movida por uma sede voraz de vingança. Com o pai em perigo e o legado de seu avô em ruínas, ela se une a Christopher em uma jornada desesperada: de voos ousados sobre o dorso de uma esfinge a uma infiltração em covil de dragão e um resgate no coração de um castelo tomado pela traição. Katherine Rundell tece uma história sobre perda, vingança e o preço da coragem. Em um mundo onde dragões estão morrendo e reis são traídos, Christopher e Anya descobrirão que a justiça é a magia mais perigosa de todas.

Dados

Título: Criaturas Impossíveis: O Rei Envenenado

ISBN: 9786559579020

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 2

Páginas: 256

Coleção: Criaturas Impossiveis - Vol. 2

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Katherine Rundell

Ilustrador: Tomislav Tomic

Autor

KATHERINE RUNDELL

Katherine Rundell nasceu em 1987 e cresceu entre a África e a Europa. Em 2008, tornou-se professora adjunta do All Souls College, Oxford. Seu primeiro livro, The Girl Savage, resultou de seu amor pelo Zimbábue e da infância que viveu ali. A inspiração para escrever Nos telhados de Paris veio dos verões que ela passou em Paris, a trabalho, e das horas noturnas em que, apesar da proibição de fazê-lo, perambulou pelos telhados das faculdades de Oxford.