The cow went to the swamp / a vaca foi pro brejo

Autor: Millor Fernandes
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Foi a partir da sugestão de um amigo que Millôr começou a traduzir para o inglês expressões tipicamente brasileiras. As mais de seiscentas frases reunidas neste livro dão uma amostra de por que o autor é reconhecido como uma das mentes mais talentosas que o Brasil já teve. Nessa “master class” da tradução literária — ou da tradução literal —, Millôr nos ensina como dizer que fulano é “casca grossa” (thick bark), ou que um amigo “meteu os pés pelas mãos” (he stuck his feet through his hands), ou que chegou a hora de “tirar a barriga da miséria” (to take the belly from the wretchedness). Ao criar este antimanual de tradução, Millôr Fernandes capacitou o leitor a “tirar de letra” (to take of letter) as dificuldades de tradução sem “pisar na bola” (step on the ball). Compilação abrangente de expressões que não estão no “pai dos burros” (the father of the asses), A vaca foi pro brejo (The cow went to the swamp) é o livro de referência ideal para quem quer “fazer bonito” (to make beautiful) e ficar “por cima da carne seca” (above the dried meat) na hora de falar inglês.

Dados

Título: The Cow Went To The Swamp / A Vaca Foi Pro Brejo

ISBN: 9788535924367

Idioma: Português, Inglês

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 128

Ano copyright: 2014

Ano de edição: 2014

Edição:

Participantes

Autor: Millor Fernandes

Ilustrador: Nani

Autor

NANI

Nani, pseudônimo do mineiro de Esmeraldas — cidade bem pequena perto de Belo Horizonte — foi batizado Ernani Diniz Lucas. Ele é mineiro e nasceu em 27 de fevereiro de 1951. Começou sua carreira em BH, em 1971, publicando charges em O Diário. Em 1973, mudou-se para o Rio de Janeiro. Colaborou com O Pasquim, a partir do qual, junto com seis outros artistas, criou O Pingente. Foi também chargista do Jornal da Globo e colaborou na MAD brasileira. No Rio, sua presença também está marcada no Jornal dos Sports (no qual "herdou" a cadeira do Henfil), Última Hora, Diário de Notícias, O Dia e na Tribuna da Imprensa. Nani já foi premiado em Salões de Humor em Montreal, Niterói e Piracicaba. Sua revista própria é O Nanista. É autor dos livros Feliz e orgulhoso, Envaidecido mesmo, Cachorro quente uivando para a lua, A traça de A a Z (livro que ensina as crianças a se familiarizar com o alfabeto), Jornal do menininho e Se arrependimento matasse. Publicou ainda Batom na cueca, É grave, doutor?, Foi bom prá você?, Humor politicamente incorreto e Orai Pornô.