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Autor: Manuel Bandeira
Editora: Global
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Manuel Bandeira é reconhecido como um dos mais importantes poetas nacionais. Sua posição na poesia brasileira é das mais valorosas e contributivas. Foi um dos pioneiros do Modernismo e o principal introdutor do movimento no país. Em Andorinha, andorinha (Global Editora, R$ 65, 512 páginas), conhecemos um Bandeira cronista, crítico literário e militante das artes. Na obra, ele esboça, baseado em suas diversas referências, sua avaliação sobre a pluralidade dos movimentos artísticos do Brasil.O livro está dividido em catorze seções temáticas, abordando, artes plásticas, música, cinema e teatro. As prosas foram escritas entre 1925 e 1965, e organizadas por Carlos Drummond de Andrade. “[...] o poeta frequentou exposições de arte, foi ao teatro, ao cinema e principalmente a concertos; leu muitos livros, lidou com pessoas muitas, presenciou muitos acontecimentos, e tudo referiu no comentário lúcido, sagaz, bem-humorado, generoso ou rigoroso conforme lhe ditavam a consciência intelectual e o estranhado sentimento humano.”, escreveu Drummond em nota ao livro.
Título: Andorinha, Andorinha
ISBN: 9788526021792
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 2,5
Páginas: 512
Ano copyright:
Coleção: Manuel Bandeira
Ano de edição: 2015
Edição: 4ª
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Legenda:
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Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.