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Autor: Machado de Assis
Editora: Ateliê Editorial
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O texto desta edição foi estabelecido a partir do cotejo entre as duas primeiras edições do romance, garantindo ao leitor um texto confiável e criteriosamente fixado. As notas de rodapé prestam o esclarecimento necessário à leitura sem interromper o andamento narrativo.O que torna esta edição indispensável é o prefácio de Paulo Franchetti. Além de oferecer um roteiro seguro para o conhecimento das interpretações históricas do romance – do debate sobre a culpa de Capitu às leituras mais recentes –, o prefácio propõe uma perspectiva nova para a exegese do texto, capaz de reorientar a discussão e de devolver ao romance a sua complexidade formal. Paulo Franchetti é Professor Titular de Teoria Literária da Unicamp. Entre seus trabalhos publicados pela Ateliê Editorial estão Estudos de Literatura Brasileira e Portuguesa e Crise em Crise – Notas Sobre Poesia e Crítica no Brasil Contemporâneo, além dos estudos introdutórios a vários volumes desta Coleção.Leila Guenther é ficcionista, autora de O Voo Noturno das Galinhas e Viagem a um Deserto Interior (Ateliê Editorial) e de Partes Homólogas (Editorial Reformatório).
Título: Dom Casmurro
ISBN: 9786555801903
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12 x 18 x 2,5
Páginas: 400
Ano copyright:
Coleção: Classicos Atelie
Ano de edição: 2026
Edição: 3ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.