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Autor: Gil Vicente
Editora: Peiropolis
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem 1 dia útil.
De: R$ 72,00
Por: R$ 64,08
em até 3x sem juros
Nesta versão do Auto da barca do inferno em quadrinhos, Laudo Ferreira mergulha na obra de Gil Vicente e dá vida às suas personagens: os tipos sociais criados pelo autor português – o fidalgo, a cafetina, o frade, o enforcado, o onzeneiro, o sapateiro, o parvo, o judeu e os homens do judiciário – ganham uma estranha atualidade no traço do quadrinista, enquanto o Diabo e o Anjo, alegorias atemporais, atravessam os tempos em plena saúde. O leitor é transportado para a sociedade portuguesa dos 1500, quando o Brasil estava sendo colonizado, a bordo do humor e do sarcasmo de Gil Vicente. Esta edição em HQ do clássico medieval contou com a consultoria literária do professor de literatura, dramaturgo e diretor teatral Maurício Soares Filho, que já realizou uma montagem de Gil Vicente com jovens estudantes. As cores deste Auto da barca do inferno em quadrinhos são de Omar Viñole, parceiro de Laudo Ferreira neste e em diversos outros trabalhos.
Título: Auto Da Barca Do Inferno
ISBN: 9788575962084
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20 x 27
Páginas: 56
Ano copyright: 2011
Coleção: Classicos Em Hq
Ano de edição: 2011
Edição: 1ª
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Gil Vicente (c. 1465–c. 1536?) nasceu em Portugal e é considerado o maior representante da literatura renascentista desse país antes de Camões, tendo incorporado elementos populares na sua escrita, o que influenciou a cultura portuguesa. Poeta e dramaturgo português, inspirou diversas produções em Portugal e em outros países da Europa. No teatro desempenhou as funções de músico, ator e encenador. Suas obras marcam a passagem da Idade Média para o Renascimento. Em suas farsas e autos pastoris, ele recriou os diferentes aspectos da vida de Portugal do século XVI, tanto de Lisboa quanto do campo, com sua linguagem, folclore e costumes peculiares. Entre suas obras, destacam-se a trilogia: Auto da barca do inferno, Auto da barca do purgatório e Auto da barca do paraíso, além da mais conhecida A farsa de Inês Pereira. Gil Vicente morreu em lugar desconhecido, provavelmente em 1536, pois foi a partir dessa data que se deixou de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desse ano.