Borboletas da alma: escritos sobre ciencia e saude

Autor: Drauzio Varella
Editora: Companhia das Letras

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 10 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 92,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Há um século o anatomista espanhol Santiago Ramón y Cajal descobriu que o cérebro era povoado de células com incontáveis ramificações. Chamou-as neurônios, e ousou uma metáfora poética - 'são as misteriosas borboletas da alma, cujo bater de asas poderá algum dia - quem sabe? - esclarecer os segredos da vida mental'. Estava enunciada, com um quê de lirismo, a teoria neuronal, que valeu ao anatomista o prêmio Nobel de medicina. Em torno do cérebro, o órgão mais complexo do organismo, o mais estudado desde a Antiguidade, gravitam muitas histórias deste livro. Neste livro, Drauzio Varella explica como os cem bilhões de misteriosas borboletas que voejam em nosso cérebro respondem pelo instinto materno, pelas causas da homossexualidade, ou pela violência urbana. 'Borboletas da alma' reúne cerca de setenta crônicas e ensaios atualizados e revistos pelo autor, sistematizados em cinco capítulos. 'Evolução' trata de genes e meio ambiente, de esperanças e limites da clonagem. Sem perder de vista a perspectiva da evolução das espécies por 3,5 milhões de anos, Varella discorre sobre o que em nós é resultado do processo de seleção natural ou subsiste de etapas anteriores em que fomos primatas. 'Dia-a-dia' traz um leque de respostas a questões mais corriqueiras, como o uso do mertiolate, os distúrbios do sono, os benefícios e malefícios do vinho e da carne vermelha. Em 'A saúde no cotidiano' aprende-se muito sobre males mais e menos graves, a azia e a depressão, a nova onda da Aids ou a ameaça da gripe aviária. 'Drogas' estuda, entre outros, remédios perigosos como anabolizantes e anfetaminas, e tratamentos tão alternativos quanto ineficazes. 'Borboletas da alma' se encerra com o capítulo 'Vida e morte', sobre a longevidade, o envelhecimento e a proximidade da morte - temas recorrentes nos livros desse oncologista de longa experiência e convívio com doentes graves, vítimas de câncer e de Aids.

Dados

Título: Borboletas Da Alma: Escritos Sobre Ciencia E Saude

ISBN: 9788535909159

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 387

Ano copyright: 2006

Ano de edição: 2006

Edição:

Participantes

Autor: Drauzio Varella

Organizador: Maria Guimaraes

Autor

DRAUZIO VARELLA

Drauzio Varella nasceu em São Paulo, em 1943. É médico cancerologista, formado pela USP. No início dos anos 1970, trabalhou com o professor Vicente Amato Neto, na área de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Durante 20 anos, dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer (SP) e, de 1990 a 1992, o serviço de Câncer no Hospital do Ipiranga. Foi um dos pioneiros no tratamento da AIDS no Brasil. Em 1986, sob a orientação do jornalista Fernando Vieira de Melo, iniciou campanhas que visavam ao esclarecimento da população sobre a prevenção à AIDS. Em 1989, iniciou um trabalho de pesquisa sobre a prevalência do vírus HIV na população carcerária da Casa de Detenção do Carandiru, onde trabalhou como médico voluntário por treze anos, até a desativação do presídio, em 2002. Experiência que rendeu o livro Estação Carandiru (1999), ganhador dos prêmios Jabuti de Não-Ficção e Livro do Ano. Na Amazônia, região do baixo rio Negro, dirige um projeto de bioprospecção de plantas brasileiras com o intuito de obter extratos para testá-los experimentalmente em células tumorais malignas e bactérias resistentes aos antibióticos. É autor, entre outros, de Nas ruas do Brás (2000), vencedor do Prêmio Novos Horizontes, da Bienal de Bolonha, e Revelação Infantil, da Bienal do Rio de Janeiro, Por um fio (2004), Cabeça do cachorro (2008), em parceria com o fotógrafo Araquém Alcântara, e Correr (2015).