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Autor: Marguerite Duras
Editora: Relicário
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A tentativa de amar aliada à impossibilidade de entrega emocional é um dos motores de A doença da morte, o oitavo volume da Coleção Marguerite Duras. Neste romance, a autora narra o encontro entre um homem incapaz de amar, acometido pela condição que dá título à obra, e uma mulher que ele contrata para passar várias noites em um quarto à beira-mar.Com texto surpreendente do começo ao fim, a escrita deste romance é feita em uma segunda pessoa que coloca nós, leitoras e leitores, em um lugar de observação quase clínica. O texto de Marguerite Duras explora o abismo intransponível entre os corpos e a tentativa frustrada de alcançar a alteridade, revelando a solidão radical de um desejo impossibilitado de se tornar afeto.Publicado originalmente em 1982, A doença da morte é um livro à parte na produção durassiana: nenhum texto resistiu tanto à interpretação quanto esta curta narrativa densa e poética. No romance, Marguerite Duras explora a atmosfera da intimidade com cenas que envolvem temas-chave como a misoginia, a dor, o amor impossível e o despojamento da linguagem.
Título: A Doença Da Morte
ISBN: 9786550900700
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 19,5 x 13 x 0,5
Páginas: 72
Ano copyright:
Coleção: Marguerite Duras
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
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Selo:
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Autor: Marguerite Duras
Ilustrador: Tamires Mazzo
Tradutor: Cassiana Stephan | Luciane Boganika
Marguerite Duras nasceu em 1914 no atual Vietnã - que à época ainda era uma colônia francesa, a Indochina - , só foi conhecer a França, país de origem de sua família, em 1932. Engajou-se na Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, foi membro do Partido Comunista até 1950 e participou ativamente do movimento de Maio de 1968. Além de ser escritora - seu romance mais célebre, O Amante, foi vencedor do prêmio Goncourt, a mais importante condecoração literária francesa -, Duras também trabalhou no teatro e no cinema. No filme Hiroshima meu amor, do cineasta francês Alain Resnais, o roteiro é de sua autoria. Ela ainda dirigiu cerca de quinze filmes, entre eles India Song. Seu primeiro sucesso teatral foi Une journée entière dans les arbres, peça encenada em 1965. Duras morreu em março de 1996, em Paris.