Home › Livros › Humanidades › Filosofia
Autor: Jean-Christophe Goddard
Editora: N-1 Ediçoes
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 68,00
em até 3x sem juros
Não é mais uma “interpretação” do Brasil, é uma interpenetração” com o Brasil, uma tentativa de pensar com o Brasil, não sobre ele. Um país tanto mais imaginário quanto mais real. O que o autor vê é o outro de/em “nós”, o outro que não queremos ser, ou que imaginamos não ser enquanto insistimos em sê-lo à nossa “própria” revelia. Rebeldia à revelia. E esse francês gulosamente intragável — mas já não estará ele aqui sendo sardinhamente comido pelos alter-brasílicos, deblaterando de dentro de nossas entranhas? — samba na cara de praticamente todo mundo. O que ele busca é “desexplicar” o Brasil e o vasto mundo a fim, inventado pelos europeus, pelos filósofos e antropólogos (franceses, majoritariamente). Explicar pela barafunda, pela babelização — pela “multiplicação do múltiplo”, para evocarmos o aqui vilipendiado Pierre Clastres, que nosso autor acusa de edipianizar os Aché, esquecendo (é seu direito...) da magnífica invenção clastreana da máquina de guerra contra-o-Estado, tão crucial para os autores d’O anti- Édipo...
Título: Brazuca, Negao E Sebento / Bresilien Noir Et Crasseux
ISBN: 9788566943405
Idioma: Português, Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 20
Páginas: 224
Ano copyright: 2017
Coleção:
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Eduardo Viveiros de Castro (Rio, 1951) é autor da coletânea de ensaios A inconstância da alma selvagem (2002), um marco da antropologia brasileira, que delineia as bases do perspectivismo ameríndio. A teoria, apresentada em artigo de sua autoria em 1996, teve grande repercussão não apenas nas ciências sociais, mas nas humanidades de modo geral e também na literatura. Entre 1975 e 1988, realizou pesquisas de campo entre os Yawalapíti do Parque do Xingu (MT) e os Araweté do igarapé Ipixuna, no Médio Xingu (PA). Professor no Museu Nacional da UFRJ, mantém vínculos acadêmicos na França (CNRS) e no Reino Unido (King’sCollege e Universidade de Cambridge).É um críticocombativo, em entrevistas e nas redes sociais, do modelo de desenvolvimento econômico implantado no Brasil, sobretudo na Amazônia.